Friday, November 16, 2007

Obrigado

As festas do São Martinho aqui no CBEI foram um sucesso: além das castanhas assadas tivemos também canções, teatro, sombras chinesas, quadras populares (ainda em exposição na escadaria da Instituição) e muitas gulodices oferecidas pelos pais das crianças.
Agora é a vez dos funcionários fazerem uma rima:

(do placard das salas 1 e 2 de Jardim de Infância)

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Tuesday, November 13, 2007

Ajuda-nos a escrever a história

Três meninas do grupo da Catarina, a Núria F., a Clara B. e a Sara S., de 7, 8 e 9 anos,  começaram a escrever uma história, mas não tiveram tempo de a acabar. 
Queres dar uma ajuda? Lê o que elas escreveram e depois escreve também algumas linhas, sim?

A MENINA E A GATINHA


“Era uma vez uma menina que tinha uma gatinha.
Um dia a menina e a gatinha perderam-se num bosque, não deram pelas horas passar e começou a anoitecer. Tempos depois quando começou mesmo a ficar noite começaram a ficar com um bocadinho de fome e ficaram com dor de barriga.
Na manhã seguinte como continuavam com fome foram à procura de comida e encontraram cogumelos e água. A água era para a gatinha e os cogumelos eram para a menina. A menina não sabia que os cogumelos eram venenosos e comeu um. Mas como só comeu um bocadinho não lhe fez mal nenhum. A gatinha como era muito forte também comeu
um e não lhe fez mal nenhum…”

O que terá acontecido depois?

“depois ouviram um barulho e ficaram com medo e entao fugiram,quando fugiram encontraram uma velhinha que estava a passear por ali,e a menina e a sua gatinha perguntaram:
-senhora, nos estamos perdidas pode-nos ajudar?
-posso sim ajudar-vos vanham comigo vou levar-vos a minha casa.
no dia seguinte a menina e a gatinha foram embora e encontraram o caminho para casa e ficaram muito contentes.”

Escrito por: Anónimo at 2008/02/04 - 13:24:58

O que terá acontecido depois?



(Pode parecer complicado, mas não é.
Faz assim: escreve no rectângulo verde, assina o teu nome no fim e clica ENVIAR. 
Depois passa a bolinha verde para a palavra ANONYMOUS  e copia as letras e numeros que estão no quadrado castanho.
Para acabar, clica no botão que diz PUBLISH.
Se não conseguires, pede ajuda a um adulto.)


  

Posted by cbeivfx at 13:00:25 | Permalink | Comments (2)

Monday, November 12, 2007

DIA DE SÃO MARTINHO

Na escadaria do CBEI estão expostas “QUADRAS COM CASTANHAS”, um trabalho dos miúdos do ATL em colaboração com os seus pais.
Não deixe de ver.

 

Posted by cbeivfx at 16:51:41 | Permalink | Comments (1) »

Dia de São Martinho

O Magusto do ATL nas palavras das crianças
da sala 3 da manhã:

O São Martinho

Fomos para a rua,andámos pelos corredores e pelo refeitório a  cantar e a dançar.

«Dia 11 de Novembro,
em casa ninguém  me apanha,
vou beber a jeropiga,
e comer boa castanha.
Vou para a rua,
cantar e dançar,
e o São Martinho,
vou festejar.
Vou  para a rua,
cantar e dançar,
e o São Martinho,
vou festejar»

Alexandra N., 8 anos, 3º ano e Catarina H., 9 anos, 4º ano
O Vendedor de Castanhas

No nosso pátio cantámos e apresentámos teatros e danças.
Apareceu o vendedor de castanhas e nós apresentamos “pregões” para assim ajudar na sua venda .

            ”OLHA  A  CASTANHA  ASSADA . “
            “OLHA  A  CASTANHA  BONITA . “
            “CASTANHAS  QUENTINHAS  E  BOAS . “
            “OLHE  A  CASTANHA  CASTANHINHA . “
            “OLHE  A  MEIA  DÚZIA  DE  CASTANHAS . “

Maria Inês e Carolina S., 9 anos, 4º ano
 

O Magusto

Na  sexta  feira  fizemos  uma  quadra  para  pôr  na  festa  que  o  CBEI  ia  organizar. Comemos  castanhas  e outros  frutos  secos.

José Tomás, 8 anos, 3º ano e Rita M., 7 anos, 2º ano
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Friday, November 9, 2007

Lenda do Verão de São Martinho

Num dia de Outono, frio e chuvoso, viajava pela estrada, a cavalo, um soldado romano, chamado Martinho.
A dada altura viu na berma um homem quase nu, pobre mendigo, tiritando de frio que lhe estendeu a mão, gelada, e disse:
- Senhor, tenho frio….
O soldado Martinho, com pena do homem, desceu do seu cavalo e disse:
- Calma, amigo, eu vou ajudar-te.
E com a sua espada cortou ao meio a capa que trazia e deu metade ao homem.
- Toma, aquece-te.
Apesar de mal agasalhado, e de estar a chover torrencialmente, Martinho, com o coração cheio de felicidade, preparava-se para seguir caminho, mas nesse mesmo instante parou de chover; o céu, que até aí estava cinzento e escuro, tornou-se límpido e um sol brilhante e radioso inundou toda a terra.
E desde esse dia, todos os anos por essa altura, como que para recordar essa atitude de bondade e solidariedade, o Inverno dá lugar a dias soalheiros e amenos, a que chamamos de Verão de São Martinho.

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Thursday, November 8, 2007

24 Horas a Nadar

“Os Golfinhos”, a escola de natação do CBEI, não pára.
No dia 27 de Outubro foram 32 nadadores nossos ao Seixal, participar nas “24 horas a nadar” do Clube Luz e Vida.
Em duas horas “os Golfinhos” nadaram qualquer coisa como 7150 metros.
São espectaculares, os nossos atletas da Pré e Competição.

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Aula de Capoeira

Os dias 5 e 7 deste mês, foram dias diferentes para nós.

Aprendemos a dançar capoeira.

Vieram dois professores de Lisboa, com um berimbau e um pandeiro - dois instrumentos usados na capoeira -  e mostraram-nos como se fazia a “cadeirinha”, o “jacaré”, a “aranha” e a “pipoca moderna”, que são movimentos da dança da capoeira.

Além da dança, aprendemos também músicas de capoeira.


 

“A, E, I, O, U
U, O, I, E, A,
Vem, criança, vem jogar.”


 

“Com uma perna à frente,
Com a outra atrás,
Olha o braço no rosto,
É assim que se faz.


 

Com uma perna à frente,
Com a outra atrás,
Olha o braço no rosto,
É assim que se faz.


 

E a cadeirinha, e a cadeirinha
A cadeirinha, a cadeirinha.”


 

No fim, fizemos todos um “comboio”, “gingando” sempre ao som da música.

Foi muito divertido!


 

Núria Rossana,

7 anos, 3º ano

O que é a capoeira?

“Capoeira é uma expressão cultural que mistura desporto, luta, dança, cultura popular, música e brincadeira.
Foi desenvolvida por
escravos africanos levados para o Brasil e seus descendentes e é caracterizada por movimentos ágeis e complicados, feitos com frequência junto ao chão ou de cabeça para baixo, tendo por vezes uma forte componente ginástico-acrobático. Uma característica que a distingue de outras lutas é o fato de ser acompanhada por música
.”

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Tuesday, November 6, 2007

DIA DAS BRUXAS


Aterraram as suas vassouras no pátio do ATL e por lá ficaram todo o dia: bruxas, feiticeiros, fantasmas, vampiros, lobisomens, havia de tudo um pouco.
A certa altura subiram todos ao sótão do castelo assombrado e ficaram encantados com o ritual da poção mágica, que alguns deles dançaram. Já há alguns dias que andavam a ensaiar, com a ajuda da Bruxa Mor Isa.
Aqui fica uma pequena amostra do que por lá se passou:

Quando se foram embora, as nossas bruxinhas e feiticeiros esqueceram as suas varinhas mágicas.
Foram feitas por eles, em casa, com a ajuda dos seus pais, e agora estão expostas na escadaria do CBEI.
Não perca a oportunidade de as ver!



Nessa mesma noite foi a vez dos jovens do 2º Ciclo e Clube de Jovens fazerem as suas travessuras.
O Jantar de Halloween decorreu até perto da meia-noite, com direito a jogos assustadores pelos corredores escuros do CBEI. Com a adrenalina ao máximo, apenas uma das quatro equipas conseguiu reunir todos os amuletos escondidos e escapar às garras do vampiro Nuno e suas vampiras.
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Monday, November 5, 2007

A Adaptação à Creche

A entrada da criança para a Creche, implica a separação dos Pais ou daquelas pessoas que constituem o seu universo.
Implica também a separação de um contexto físico a que a criança está habituada e a uma mudança na sua rotina diária.
Esta transição é um processo delicado e envolve uma série de acções por parte dos adultos envolvidos, de forma a minimizar ao máximo o sofrimento da criança e a facilitar a sua adaptação.

É natural que a criança se sinta insegura, sozinha, com medo e por vezes até com um sentimento de abandono, e que reaja chorando, batendo, gritando, não querendo comer ou dormir.

Este é apenas um momento que pode ser mais difícil, mas depois de ultrapassado oferece à criança uma
multiplicidade de novas experiências interessantes, gratificantes e fundamentais para o seu desenvolvimento.


A equipa da Creche

O TESTEMUNHO DOS PAIS



“Falar da fase de adaptação é agora uma coisa simples, no entanto, nem sempre o foi.

É de facto uma fase complicada, principalmente para os pais que, como nós, são “marinheiros de primeira viagem”.

No nosso caso a adaptação do nosso filho foi muito boa, ele começou por ficar uma hora, que me pareceu (a mim mãe) um dia inteiro e gradualmente foi ficando mais tempo até que na semana seguinte já ficou a tempo inteiro.

Com ele foi tudo muito tranquilo, adaptou-se bem ao espaço e às pessoas da sala, não sentimos grandes dificuldades. Connosco, pais, foi mais complicado, apetecia-nos telefonar a toda a hora para saber se estava tudo bem, pensávamos se ele se estaria a sentir abandonado por nós, enfim, coisas do género que certamente todos sentimos.

O certo é que esta fase é, sem dúvida, uma fase de mudança, mas para melhor. As nossas crianças vão aprender coisas novas, vão criar laços muito importantes com os adultos da sala e com os seus amiguinhos e nós vamo-nos apercebendo disso pelo seu comportamento, pelas gracinhas que nos fazem, pelos trabalhinhos que nos trazem e a esta distância tudo tem uma importância extrema.

Existem também momentos menos bons e as doenças são um exemplo disso. À primeira virose achamos logo que o melhor era estarem em casa e que provavelmente a escolinha não foi a melhor opção mas isso também passa e vamos perceber que, de certa forma, isso também os ajuda a ganhar defesas.

Após algum tempo eles não parecem os mesmos e nós também já nos sentimos mais seguros para os ajudar nos momentos menos bons e já sabemos gerir muito melhor a distância e o tempo.

É uma fase difícil, porém muito compensadora porque o que nos dá em troca é fantástico!”

Pais do Zé Maria


“Uma separação, qualquer que seja ela, custa sempre e mais ainda quando estamos 24 sobre 24h a cuidar, alimentar, limpar, etc.

A adaptação foi uma fase muito difícil para mãe e pai por termos sido obrigados a “entregar” a Carolina nas mãos de pessoas estranhas e reaprender a viver os dias sem haver horários rígidos para comer, dormir, sair, etc.; e para a Carolina por se ver numa realidade completamente diferente da que conhecia até então e ainda por cima sem nenhuma cara familiar por perto.
Custou tanto que até ponderei desistir da escolinha para ficar com ela em casa, talvez por ser mais fácil e mais rápido do que tentar que ela se adaptasse aos seus novos amiguinhos e às várias profissionais.
Foi uma grande angústia e uma grande ansiedade porque, por mais que se confie nas pessoas ao seu redor, no nosso íntimo, só nós mães sabemos como cuidar dos nossos bebés e só nós percebemos os sinais quando nos querem pedir algo.

Enfim, quando se passa por esta experiência nem nos apercebemos que o sucesso da adaptação das nossas crianças está dentro de nós e apesar de tudo o que senti e chorei, ver o sorriso da minha princesa quando a vou buscar faz-me ver que tudo VALEU A PENA.”

Pais da Carolina



“Sobre a adaptação da Leonor…

No primeiro encontro que tivemos com a educadora, estávamos apreensivos. A Leonor tinha passado uns meses terríveis - para ela e para nós - pois sofreu muito com cólicas e apenas adormecia ao colo, na vertical, embalada pelo movimento, uma operação que por vezes parecia infindável. A nossa grande preocupação era: e agora, como é que o dia da Leonor se iria passar, estaria ela bem no CBEI e não perturbaria as outras crianças?

Ficámos, no entanto, muito satisfeitos pela atenção e compreensão demonstradas pela educadora, que gostámos muito de conhecer, e pelos conselhos que nos deu, mas também um pouco apreensivos por saber que, dado encontrar-se na fase final de gravidez, iria ser substituída.

A verdade é que fomos positivamente surpreendidos! Coincidiu com a entrada da Leonor o fim das suas cólicas, por um lado e, por outro, ao conhecermos a nova educadora, bem como todas as auxiliares, ficámos inteiramente descansados e pudémos entregá-la confiantes.

Hoje em dia, com a grande ajuda do CBEI, já dorme muito melhor, come bem a papa, a sopa, o iogurte e a fruta, palra até à exaustão das cordas vocais e já disse “papá”. Sorri muito, fica tão bem no colo da educadora e das auxiliares quanto ficaria no nosso e a verdade, bem, a grande verdade é que a Leonor parte da nossa casa satisfeita, e, quando a vamos buscar, satisfeita está.

Nunca pensámos que corresse tão bem! Apesar de não termos experiência, dado que é a nossa primeira filha, sentimo-la um bebé feliz e o CBEI tem dado uma importante e valiosa contribuição nesse sentido.

Quando falar, a Leonor também terá algo a dizer; por enquanto expressa-se com abracinhos e sorrisos.”

                                                                                                                                                               

  Pais da Leonor

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